A reunião foi conduzida pela secretária de estado da Assistência Social (Seas), Auxiliadora Abrantes que por meio do Decreto Emergencial do Governo do Amazonas (No 989/2018) garantirá a assistência humanitária às famílias envolvidas na reintegração. Participaram da reunião de planejamento o prefeito de Manacapuru, Beto D’Angelo, a secretária de Assistência Social do município de Manacapuru, Eldilene Alves, líderes comunitários e representantes da Comissão Pastoral da Terra (CPT), secretarias estaduais de Administração, Segurança Pública, Política Fundiária, Defesa Civil, Procuradoria Geral do Estado e Polícia Militar.
De acordo com o TJAM, o Pedido de Suspensão de Liminar (nº 4000966-77.2018.8.04.0000) foi impetrado pelo Estado do Amazonas, na última quinta-feira (12/04), alegando principalmente que o direito à moradia, garantido pela Constituição Federal, foi violado pela decisão judicial que determinou a reintegração de posse e que a área desocupada não é de propriedade da Agropecuária Exata Ltda, mas sim do Estado do Amazonas e que, portanto, todas as decisões de demais atos processuais seriam nulos por conta da ausência de sua citação nos autos.
As comunidades beneficiadas pela reintegração de posse são: Monte Sinai I e II, São João, Mariano, Igarapé do Branco, São Francisco, Novo Amanhecer e Nova Conquista.
Para a secretária de Assistência Social do Município de Manacapuru, Eldilene Alves, esse é um momento muito importante para as famílias afetadas pela reintegração de posse. “O Governo do Estado está planejando junto com a Prefeitura de Manacapuru e as lideranças comunitárias o projeto de reconstrução e reparação dos danos causados a estas famílias para que possam recomeçarem a vida”, destacou a secretária Eldilene.




