21/06/2018 às 18h52min - Atualizada em 21/06/2018 às 18h52min

Polícia prende madrasta e enteada acusadas de furtar R$ 100 mil de casal

Redação M2 News
Foto: Robson Adriano/PC-AM

A Polícia Civil do Amazonas, representada pelo delegado Geraldo Eloi, diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), e delegada Deborah Souza, titular do 23° Distrito Integrado de Polícia (DIP), falou na tarde desta quinta-feira (21/06), durante coletiva de imprensa realizada às 15h, no prédio Delegacia Geral, sobre o cumprimento de mandados de prisão preventiva por furto qualificado e associação criminosa em nome da estudante de Nutrição Raquilainny Benanco Guimarães, 19, e Valdenice Aquino Silva, 35, respectivamente enteada e madrasta.

De acordo com a titular do 23° DIP, a equipe da unidade policial passou a investigar as infratoras após um furto ocorrido na noite do dia 1º de junho deste ano, por volta das 23h30, em um condomínio situado no bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul de Manaus. Na ocasião, Valdenice, juntamente com comparsas, que estão sendo procurados pela equipe do 23º DIP, subtraiu aparelhos eletrônicos, joias e quantia não divulgada em dinheiro, causando prejuízo estimado em R$ 100 mil a um casal.  

“A dupla faz parte de uma associação criminosa especializada em furtos a condomínios de luxo na capital. No dia do crime, um dos integrantes da associação criminosa, identificado como José da Silva Moura, 41, foi preso em flagrante pela Polícia Militar naquela mesma região. A partir da prisão de José e também de imagens captadas por câmeras de segurança do local, chegamos à identificação das infratoras e conseguimos localizá-las. Os mandados de prisão preventiva em nome delas foram expedidos no dia 20 de junho deste ano, pela juíza Careen Aguiar Fernandes, da 7ª Vara Criminal”, explicou Souza.

A titular do 23° DIP informou que as infratoras foram presas na noite de quarta-feira (20/06). Raquilainny foi localizada em uma faculdade situada no bairro Flores, zona centro-sul. Já Valdenice foi encontrada na casa onde morava, localizada no bairro Parque Dez de Novembro, naquela mesma zona da capital.  

“Verificamos que elas captavam pessoas em vários locais, tanto em academias, como faculdades, ficavam amigas das vítimas e entravam nos locais e sabiam a quantidade dos objetos. Depois disso, juntamente com comparsas, elas viam oportunidades para adentrarem nos lugares e cometer os furtos. Em cerca de um mês elas já tinham todo o esquema montado, além de outros elementos que as auxiliavam”, informou Deborah Souza.

Ainda conforme a delegada, alguns objetos das vítimas foram recuperados e os policiais civis ainda estão em busca do restante do material furtado. “Vale ressaltar que os outros indivíduos que fazem parte da associação criminosa ainda estão sendo investigados. No entanto, estimasse que tenha pelo menos mais dois elementos envolvidos”, pontuou.

O diretor do DPM, delegado Geraldo Eloi, comentou sobre o trabalho realizado pela equipe do 23° DIP. “A Polícia Civil está retirando de circulação neste momento essas duas mulheres, mas as investigações continuam e, com certeza, conseguiremos identificar as demais pessoas envolvidas nos furtos e representar à Justiça os pedidos de prisão delas, além de darmos respostas às vítimas”, concluiu.

Indiciamento – Raquilainny e Valdenice foram indiciadas por furto qualificado e associação criminosa. Ao término dos procedimentos cabíveis no 23º DIP, elas serão levadas ao Centro de Detenção Provisória Feminino (CDPF), onde irão ficar à disposição da Justiça.

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