18/10/2018 às 19h15min - Atualizada em 18/10/2018 às 19h15min

Advogado do PT assina petição que pede cancelamento do debate da Band. Wilson não vai.

Redação M2 News



O advogado Luiz Eduardo Peccinin, que comanda o departamento jurídico que toma conda da candidatura de Wilson Lima (PSC) pediu à Justiça Eleitoral o cancelamento do debate com Amazonino Mendes (PDT), na noite desta quinta-feira, na TV Band Amazonas, oito dias após seus representantes assinarem uma ata em que confirmava presença e concordarem com as regras. Peccinin é advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e assumiu no segundo turno o comando jurídico de Wilson.


Peccinin  alega que as regras não são claras. A Ata concordando com as regras e confirmando a presença foi assinada pela jornalista Nina Teodósio Mansur.

Wilson Lima alegou, agora, via os advogados, que, “em leitura atenta, é possível perceber que as regras determinadas a ditar o referido debate não se encontram tão claras”.  O candidato, que no primeiro turno não reclamou das regras da Band Manaus, ao se juntar a outros candidatos contra Amazonino Mendes, agora também alega  que o pai da candidata a vice -governadora de Amazonino, Francisco Garcia Rodrigues, é sócio da Radio e Televisão Rio Negro Ltda. 

Wilson Lima também alegou  que  é provável que o candidato Amazonino compareça ao debate já detendo conhecimento sobre os temas a serem abordados, oportunidade totalmente impossível a este candidato. As regras do debate são claras e prevêem apenas perguntas entre os candidatos e perguntas de jornalistas a serem sorteadas entre os candidatos, o que não permitira saber antecipadamente para qual dos dois seriam feitas, mesmo que alguém desejasse.

A regra prevê que, se um dos candidatos não comparecer, o outro será entrevistado pelo mediador e pelos jornalistas da Band Amazonas, com o lugar do faltoso sendo mostrado pelas câmeras. Por isso, Wiulson Lima pediu para que o debate seja cancelado, desta vez, pela primeira vez, na campanha, “fugindo” do confronto direto com Amazonino Mendes, num momento em que é atacado por ter afirmado que iria pagar indenizações a famílias de bandidos  que se mataram n),o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em 2017, em Manaus.

VEJA O PEDIDO PROTOCOLIZADO NO TRE-AM



 
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