21/07/2017 às 12h47min - Atualizada em 21/07/2017 às 12h47min

Amazonino: "Se há alguém que não endividou o Estado... sou eu"

Em entrevista a uma rádio local, Amazonino diz que Estado individado é reflexo da falta de amor à gestão pública

Redação - M2 News
Fotos:Clóvis Miranda
Em entrevista à uma rádio local, o candidato Amazonino Mendes (PDT) voltou a dizer nessa sexta-feira, 21, que a atual situação econômica do Amazonas foi causada por má gestão.

Ao ser questionado sobre o motivo de ser candidato novamente, Amazonino salientou que a experiência como governador e prefeito de Manaus, por três mandatos, respectivamente, o credenciam para reconstruir o Estado. "Falta respeito ao cidadão, o amor à gestão pública. Não podia assistir, de casa, a desordem, o estado pré-falimentar do Amazonas. Infelizmente, quebraram tudo, inclusive, os projetos que criei e deixei o executivo sem rombo, como se encontra hoje. Se há alguém que não endividou o Estado, não complicou, criou a maior rede do Estado, deixou o estado bem, sou eu", comentou.

Para Amazonino, a atual situação do policial militar é delicada e precisa ser revista rapidamente. "O policial PM merece respeito, valorizado, ser bem tratado. E não um PM que tem uma farda a cada três anos para trabalhar. Precisamos de policial que venha ser subvertido a toda a sua hierarquia da Polícia Militar, e não uma PM que venha ser administrada e orientada por um soldado que foi expulso e se transformou num deputado que hoje envergonha a sua categoria", analisou.

Sobre a área de saúde, o ex-governador ressaltou que ao assumir o governo irá colocar toda a rede de saúde para funcionar. "Eu construí 80% da rede de saúde do Estado. Deixei uma rede funcionando, com médicos e remédios. Hoje, não funciona nada. Em 12 meses, dá para reconstruir e deixar a rede pública funcionando com excelência", garantiu.

PIM
Amazonino Mendes disse ainda que será um governante atento às investidas contra o Polo Industrial de Manaus (PIM). "Temos uma nova ameaça e já comuniquei ao meu partido que irei acionar mais uma vez o STF, para garantir as fábricas no PIM. Não irei para Brasília (DF) para tentar eleição indireta. Vou para defender a nossa Zona Franca que está mais uma vez ameaçada", destacou.
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