Idosos, gestantes, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e integrantes dos demais grupos prioritários podem receber a vacina contra a influenza (gripe) até o final deste mês nas salas de vacinação da Prefeitura de Manaus. A estratégia é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e conta com mais de 170 pontos de atendimento distribuídos em todas as zonas da capital.
Desde o início da campanha, em 3 de novembro de 2025, até sábado (7/2), 227.411 pessoas já foram imunizadas, segundo a Semsa. A cobertura vacinal alcança 37,3% do público-alvo, com destaque para 71.628 idosos vacinados (31,4%), 11.290 gestantes (44,9%) e 81.017 crianças de até 5 anos, 11 meses e 29 dias (43,4%).
A gerente de Imunização da Semsa, Isabel Hernandes, reforça que a vacina é fundamental para prevenir casos graves de influenza A e B, reduzindo internações e óbitos, especialmente entre crianças, gestantes e idosos. “Estamos em período chuvoso e de maior circulação de síndromes respiratórias, o que torna a vacinação ainda mais importante”, destacou.
O imunizante está disponível nas unidades de saúde das zonas Norte, Leste, Oeste, Sul e rural. Dez Unidades de Saúde da Família (USFs) funcionam em horário ampliado, com vacinação até as 20h em dias úteis e aos sábados pela manhã. Duas unidades — USF Carmen Nicolau, no Lago Azul, e USF Leonor de Freitas, na Compensa — atendem diariamente, inclusive fins de semana e feriados.
Para se vacinar, é necessário apresentar documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS, além de comprovante de pertencimento a grupo prioritário, quando necessário. A lista completa de salas de vacinação pode ser consultada em bit.ly/vacinassemsa.
A campanha de vacinação contra a gripe ocorre anualmente no segundo semestre na região Norte. Em Manaus, a meta é imunizar 90% do público estimado, que inclui 186.675 crianças, 25.109 gestantes e 227.612 idosos. A vacina trivalente utilizada protege contra as cepas A/Victoria (H1N1), A/Croatia (H3N2) e B/Austria, é segura e pode ser aplicada junto a outras vacinas do calendário básico.
Além de crianças, gestantes e idosos, também fazem parte do público prioritário trabalhadores da saúde e da educação, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, indígenas, quilombolas, caminhoneiros, profissionais da segurança, população privada de liberdade, entre outros grupos definidos pelo Ministério da Saúde.
