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Potássio do Brasil debate mineração sustentável no Amazonas Óleo, Gás & Energia – Expo & Conferência 2025

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A Potássio do Brasil, subsidiária da Brazil Potash, participou do Amazonas Óleo, Gás & Energia – Expo & Conferência 2025, evento realizado pelo Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (Semig), e do Sebrae Amazonas, que aconteceu de 18 a 20 de março, no Centro de Convenções do Amazonas – Vasco Vasques, em Manaus.

Com o tema “Política Industrial, Tecnológica e Inovação para o Setor de Óleo, Gás e Energias do Amazonas”, o encontro reuniu representantes da indústria, especialistas e investidores para discutir desafios, oportunidades e tendências do setor.

No dia 20 de março, ontem, o Presidente da Potássio do Brasil, Adriano Espeschit, participou do painel “Exploração & Produção de Petróleo, Gás e Mineração na Amazônia – Oportunidades e Desafios”, moderado pelo Secretário Executivo de Energia e Gás da Semig, Marco Antônio Villela. O painel também contou com a participação de Hilter Bandeira, gerente geral da Petrobrás – Unidade da Amazônia, Luciano Bravo, gerente geral de Planos de Desenvolvimento da Eneva, e José Raimundo Rabelo Filho, gerente de Recursos Minerais do Instituto de Proteção Ambiental da Amazônia (Ipaam), representando o Diretor Presidente do Ipaam, Gustavo Picanço.

Durante o painel, o presidente apresentou o Projeto Potássio Autazes, o maior projeto de fertilizantes de potássio do Brasil, destacando sua importância para a segurança alimentar e a redução da dependência nacional na importação desse insumo essencial para a agricultura. Ele destacou também a interação constante da empresa com órgãos municipais, estaduais e federais, sublinhando o cumprimento rigoroso da legislação.

“A nossa interação com os órgãos municipais, estaduais e federais é intensa. A gente tem toda uma questão de cumprimento da legislação que foi colocada aqui. Não é diferente de um processo do óleo e do gás, a gente começa com um requerimento de uma área ou de um bloco, e vai seguindo e chega no licenciamento ambiental”, explicou.

Em relação aos efeitos na comunidade, o presidente Adriano Espeschit falou sobre a proximidade contínua com as comunidades locais e regionais, destacando o enorme potencial de geração de empregos do Projeto Potássio Autazes, que irá criar 1.300 empregos diretos durante a operação e mais de 16.000 empregos indiretos, gerando um significativo potencial de atração de renda para a região. Além disso, explicou os programas de desenvolvimento ambiental e socioeconômico previstos no Plano Bem Viver Autazes.

Espeschit também destacou o papel estratégico do projeto para a segurança alimentar global, enfatizando o papel do Brasil como um dos maiores responsáveis pela alimentação mundial. Ele citou números expressivos da produção agrícola nacional, como 75% do suco de laranja consumido mundialmente, 33% do café, e a liderança nas produções de soja, milho e cana-de-açúcar, destacando que o Projeto Potássio Autazes é crucial para garantir a autossuficiência alimentar global.

Ao concluir sua apresentação, o presidente da Potássio do Brasil destacou a contribuição do Ipaam para o aprimoramento do Projeto, especialmente em relação à adoção de alternativas sustentáveis, como a opção de extrair água do Rio Madeira em vez de recorrer a poços.

Os painelistas aplaudiram as ações do Projeto Potássio Autazes e sua relação parceira das comunidades tradicionais e indígenas. O moderador do painel afirmou que a trajetória da Potássio do Brasil é instrutiva para todos, e enfatizou a relevância do Projeto Potássio Autazes para a segurança alimentar global, chamando-o de “o futuro alimentar do mundo”.

No final do painel, Espeschit expressou seu agradecimento pelo apoio de outros órgãos municipais, estaduais e federais, enfatizando que a colaboração entre o setor privado e o público é essencial para o desenvolvimento sustentável. “Juntos somos mais fortes”, concluiu.

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