Pela primeira vez na história, órgãos municipal, federal e estadual de fiscalização e controle do meio ambiente se reúnem para discutir mapeamento topográfico único para o Amazonas durante o 1º Seminário para Discussão da Pedronização das Bases Cartográficas do Estado. O encontro está sendo realizado pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (23/07), até 17h, no auditório do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), bairro Tarumã, zona Centro-Oeste.
De acordo com o presidente do Ipaam e secretário da Sema, Marcelo Dutra, o objetivo do evento é construir um instrumento que garanta mais agilidade, segurança e transparência da gestão do monitoramento, cadastramento e a gestão espacial do Estado. “Precisamos construir uma solução comum para a gestão ambiental do Amazonas e estabelecer padrões das informações. E esse seminário é apenas o início de uma importante proposta de unificação das bases cartográficas”, disse na abertura do encontro.
Participam do seminário representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Secretaria de Política Fundiária (SPF), Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmas), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea/AM), Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Seplanct), Institutos Nacional de Colonização Agrária (Incra), Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Secretaria de Regularização Fundiária da Amazônia Legal (Serfal), Suframa, Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e Sipam.
No encontro, Marcelo Dutra informou que o Amazonas e o governo do Pará estão investindo R$ 15 milhões em modernos sistemas para instituir no Ipaam o trabalho de monitoramento. Hoje o órgão atua com o licenciamento e a fiscalização de crimes ambientais. “Queremos colocar o monitoramento com o mesmo peso, porque estes três formam o comando e controle a gestão ambiental, o que o Estado precisa para garantir a segurança e a proteção de todos os ambientes nos 62 municípios”, disse.
