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Capitão Alberto Neto apresenta propostas para ampliar atendimento a mães atípicas no Amazonas

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O candidato ao Senado Capitão Alberto Neto (PL-AM) apresentou propostas voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência e ao suporte às mães atípicas durante um encontro realizado em Manaus. Entre as medidas defendidas estão a ampliação do acesso a terapias, a criação de centros multiprofissionais no interior e mudanças nas regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Durante o encontro, familiares relataram dificuldades para conseguir atendimento especializado na rede pública, além da falta de profissionais, mediadores escolares, transporte e serviços de apoio. Alberto Neto afirmou que a estrutura de atendimento também deve contemplar os responsáveis pelas crianças e adolescentes.

“Cuidar de quem cuida. Esse é o compromisso que quero levar para o Senado. O mesmo centro de apoio que atende nossos filhos também precisa olhar para as mães, oferecendo suporte e atendimento a quem enfrenta essa rotina diariamente”, afirmou.

Entre as propostas apresentadas está a expansão de centros multiprofissionais e multissensoriais em Manaus e em municípios do interior. A ideia, segundo o candidato, é ampliar a oferta de profissionais especializados e reduzir a necessidade de deslocamento das famílias para a capital.

“Nós vamos trabalhar, ao longo dos oito anos de mandato no Senado, para levar centros multiprofissionais e multissensoriais ao interior do Amazonas, a todas as regiões do Estado”, declarou.

BPC

As regras do BPC também foram discutidas durante o encontro. Famílias apontaram preocupação com a possibilidade de perda do benefício após alterações na renda familiar, mesmo quando permanecem despesas relacionadas a terapias, medicamentos e transporte.

Alberto Neto defendeu uma revisão da legislação para considerar a situação de vulnerabilidade e os custos relacionados ao atendimento das pessoas com deficiência. A proposta, segundo ele, seria evitar que pequenas mudanças na renda resultem na interrupção do benefício para famílias que ainda dependem do recurso.

A atuação do parlamentar na área inclui ainda a autoria da proposta que deu origem à Lei nº 14.624/2023, que instituiu o cordão de girassol como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas.

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